Global Cosmopolitans

Nova Iorque é aquela cidade muito viva de pessoas temporárias, frenética, onde o mais difícil é encontrar nova-iorquinos. Uma vez na vida devemos ir a Times Square, onde a Broadway se cruza com a 7.ª avenida e há sempre lugar para mais um. E quando o mais um sou eu, importa-me perceber no local o que já antecipo porque esta experiência é amplamente partilhada mas, de facto, não se esgota. E somente experienciando se vive. Então, olhamos em frente, em volta, e para cima e ei-los: os néons gigantes, a publicidade, as lojas como o mundo da M&M, as escadas vermelhas da TKTS e não importa se é dia ou noite porque a cidade está sempre acesa e bem desperta. Depois, não virar as costas ao óbvio: passear pelo Central Park, passear de barco em Manhattan a pretexto de ver NY em full frame, ir ao museu da imigração em Ellis Island, ir cumprimentar a Estátua da Liberdade a Liberty Island, para depois avistá-la pequenina da Ponte de Brooklin. Subir ao Empire State Building e desfrutar da paisagem com os olhos porque as fotografias não têm a mesma dimensão. Já no chão, não pode deixar de visitar-se a histórica estação Grand Central Terminal, e também o Ground Zero onde as torres gémeas se afundaram e novas torres se construiram. Eu adorei os museus desta cidade, o MET, o Solomon Guggenheim, o American Museum of Natural History e o meu amado MoMA.